Janeiro Branco: cuidar da mente também é cuidar da vida.Fevereiro Roxo: atenção às doenças crônicas que pedem cuidado contínuo.Fevereiro Laranja: informação e doação de medula podem salvar vidas.Março Lilás: prevenção ao câncer do colo do útero começa com cuidado regular.Março Azul-Marinho: cuidar do intestino também é prevenir.Abril Azul: acolhimento e informação fazem diferença no cuidado com o autismo.Maio Vermelho: atenção à saúde bucal, hepatites e prevenção.Maio Roxo: cuidado e informação para as doenças inflamatórias intestinais.Junho Vermelho: doar sangue também é cuidar da vida.Junho Laranja: atenção à anemia e à leucemia.Julho Amarelo: informação e prevenção contra as hepatites virais.Julho Verde: atenção ao câncer de cabeça e pescoço.Agosto Dourado: amamentar também é um gesto de cuidado e saúde.Setembro Amarelo: falar sobre saúde mental pode salvar vidas.Setembro Verde: converse sobre doação de órgãos, uma decisão pode salvar vidas.Outubro Rosa: prevenção e cuidado caminham juntos.Novembro Azul: saúde do homem começa com prevenção.Dezembro Vermelho: informação e prevenção contra HIV e ISTs.Dezembro Laranja: proteger a pele também é cuidar da saúde.
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Flauzina da Silva Pereira

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24 de setembro de 2026

Autocrítica excessiva: quando nada do que você faz parece suficiente

Você consegue reconhecer um erro sem transformar isso em uma definição de quem é? Entenda a autocrítica excessiva e formas de observar essa cobrança. #Autocrítica #Autoestima #Autoconhecimento

Ilustração de uma mulher diante de um espelho em um ambiente tranquilo, com formas suaves e plantas ao redor.

Depois de uma tarefa, você percebe apenas o que faltou? Um elogio parece exagerado, enquanto uma crítica fica voltando à cabeça? A autocrítica excessiva pode aparecer como uma cobrança constante, mesmo quando houve dedicação e resultados importantes. Reconhecer esse movimento não significa abandonar responsabilidades: significa observar como você se trata quando algo não sai como esperava.

Avaliar uma ação é diferente de condenar a pessoa inteira

“Eu me atrasei para entregar este trabalho” descreve uma situação. “Eu sou incapaz e estrago tudo” transforma o episódio em uma conclusão sobre toda a pessoa. A primeira frase permite perguntar o que aconteceu e o que precisa mudar. A segunda pode deixar pouco espaço para compreender o contexto ou construir uma resposta.

Esses são exemplos fictícios, não critérios de diagnóstico. A questão é perceber se sua avaliação ajuda a aprender ou se se torna um ataque repetido que paralisa, humilha e apaga qualquer aspecto positivo.

Por que essa cobrança pode parecer necessária?

Há quem acredite que só consegue produzir quando é duro consigo mesmo. A possibilidade de agir com mais compreensão pode ser confundida com acomodação. Os materiais do Centre for Clinical Interventions discutem justamente essa barreira: a ideia de que a autocrítica protege do erro e de que a autocompaixão impediria a mudança.

Um olhar compassivo pode reconhecer a dificuldade e, ao mesmo tempo, assumir responsabilidade por uma ação. Ele não exige negar um erro, aprovar tudo o que você faz ou repetir frases positivas nas quais não acredita. A pergunta é como responder ao problema sem acrescentar uma punição interminável.

Uma observação possível no cotidiano

Quando perceber uma cobrança intensa, tente registrar um episódio de forma breve. Não é preciso vigiar cada pensamento nem executar o exercício perfeitamente.

  • Situação: o que aconteceu de maneira concreta?

  • Frase interna: o que você disse a si mesmo?

  • Efeito: essa frase ajudou a agir ou aumentou o sofrimento?

  • Próximo passo: existe uma ação pequena e específica que pode ser tomada?

Por exemplo, após esquecer um compromisso, a resposta pode incluir pedir desculpas, reorganizar a agenda e entender o que contribuiu para o esquecimento. Permanecer horas repetindo que você “não presta para nada” não é a mesma coisa que reparar o ocorrido.

O contexto também precisa entrar na avaliação

Comparecer ao trabalho depois de uma noite difícil, cuidar de familiares e realizar uma tarefa com poucos recursos são situações diferentes de trabalhar descansado e com apoio. Considerar o contexto não apaga sua participação; torna a avaliação mais completa.

Também vale observar de onde vêm seus parâmetros. Você exige de si algo que consideraria impossível para outra pessoa na mesma situação? Reconhece resultados apenas quando ultrapassam uma meta? As respostas podem abrir uma conversa sobre expectativas e sobre o lugar que desempenho e aprovação ocupam na sua vida.

Autocrítica e autoestima são a mesma coisa?

Os temas se relacionam, mas não precisam ser reduzidos a um único rótulo. Alguém pode se sentir competente em uma área e se atacar intensamente em outra. Uma publicação não permite determinar a origem dessa cobrança nem concluir que existe um transtorno.

Se você também se sente incapaz de reconhecer as próprias conquistas, pode se interessar pelo artigo sobre a sensação de não merecer os próprios resultados. São experiências que merecem ser compreendidas no contexto de cada pessoa.

Quando procurar apoio?

Se a cobrança provoca sofrimento persistente, interfere no descanso, nas relações ou nas decisões, procurar um psicólogo pode ajudar a compreender esses padrões. O objetivo não é se tornar uma pessoa que nunca duvida de si, mas desenvolver outras maneiras de lidar com limites, escolhas e erros.

Para conhecer a formação, a abordagem e as modalidades de atendimento, acesse o perfil de Flauzina da Silva Pereira no Saúde Perto.

Conteúdo educativo. Não substitui avaliação psicológica ou atendimento individual.

Fontes e referências

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