Janeiro Branco: cuidar da mente também é cuidar da vida.Fevereiro Roxo: atenção às doenças crônicas que pedem cuidado contínuo.Fevereiro Laranja: informação e doação de medula podem salvar vidas.Março Lilás: prevenção ao câncer do colo do útero começa com cuidado regular.Março Azul-Marinho: cuidar do intestino também é prevenir.Abril Azul: acolhimento e informação fazem diferença no cuidado com o autismo.Maio Vermelho: atenção à saúde bucal, hepatites e prevenção.Maio Roxo: cuidado e informação para as doenças inflamatórias intestinais.Junho Vermelho: doar sangue também é cuidar da vida.Junho Laranja: atenção à anemia e à leucemia.Julho Amarelo: informação e prevenção contra as hepatites virais.Julho Verde: atenção ao câncer de cabeça e pescoço.Agosto Dourado: amamentar também é um gesto de cuidado e saúde.Setembro Amarelo: falar sobre saúde mental pode salvar vidas.Setembro Verde: converse sobre doação de órgãos, uma decisão pode salvar vidas.Outubro Rosa: prevenção e cuidado caminham juntos.Novembro Azul: saúde do homem começa com prevenção.Dezembro Vermelho: informação e prevenção contra HIV e ISTs.Dezembro Laranja: proteger a pele também é cuidar da saúde.
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Flauzina da Silva Pereira

CRP 06/146314 SP

24 de setembro de 2026

Primeira consulta com psicólogo: como funciona e o que falar

Quero começar terapia, mas não sei o que falar. Entenda o primeiro encontro, as dúvidas que você pode levar e por que não precisa chegar com uma história pronta. #Psicoterapia #SaúdeMental #FlauzinaSilva

Ilustração de duas poltronas em um ambiente acolhedor, com mesa lateral e planta, representando um espaço de escuta.

A primeira consulta com psicólogo pode trazer alívio e apreensão ao mesmo tempo. Algumas pessoas chegam com uma situação bem definida; outras apenas percebem que estão sobrecarregadas e não sabem explicar por quê. Você não precisa organizar toda a sua história antes de procurar atendimento. O encontro inicial serve justamente para começar essa compreensão, conhecer a profissional e esclarecer como o acompanhamento poderá acontecer.

O que costuma acontecer no primeiro encontro?

A psicóloga procura compreender o que motivou a busca, como você está vivendo esse momento e o que espera do atendimento. Podem surgir perguntas sobre rotina, relações importantes, saúde, tratamentos anteriores e acontecimentos recentes. A conversa varia conforme a abordagem e as necessidades de cada pessoa; não existe um roteiro único que você tenha de cumprir.

Também é uma oportunidade para conhecer a forma de trabalho. Frequência, duração das sessões, valores, cancelamentos, privacidade e limites do sigilo precisam ser esclarecidos. Ter dúvidas sobre essas condições faz parte do início do processo.

O que falar se eu não souber por onde começar?

Uma situação concreta pode abrir a conversa melhor do que uma explicação completa. Pense em algo recente que ficou com você: uma discussão, uma preocupação ao deitar, uma decisão adiada ou uma sensação difícil de nomear. Não é necessário saber se isso corresponde a algum diagnóstico.

  • “Tenho conseguido trabalhar, mas chego ao fim do dia sem energia para mais nada.”

  • “Há uma situação no meu relacionamento que se repete e eu queria entender melhor.”

  • “Não sei explicar o que sinto; só percebo que estou diferente.”

  • “Tenho receio de ser julgado e isso está dificultando começar a falar.”

Essas frases são exemplos fictícios de abertura, não descrições de pacientes. Você pode usar suas próprias palavras, fazer pausas e avisar quando um assunto ainda parece difícil. A confiança pode ser construída aos poucos.

Preciso contar tudo na primeira sessão?

Não. O início do atendimento não exige um relato completo de experiências íntimas. É possível conversar sobre o que você consegue abordar naquele momento e também sobre o desconforto de falar. Quando uma informação é importante para o cuidado ou para a segurança, a profissional pode explicar por que precisa compreendê-la.

Chorar, ficar em silêncio ou mudar de assunto não torna a sessão um fracasso. Se algo na condução causar incômodo, vale dizer. A maneira como esse incômodo é acolhido também ajuda você a conhecer o espaço terapêutico.

Como se preparar de forma simples

Se achar útil, anote três pontos: o que levou você a procurar ajuda agora, o que mais interfere na sua rotina e uma pergunta que gostaria de fazer. Essa anotação é um apoio opcional, não uma tarefa obrigatória. Informe tratamentos e medicamentos em uso quando perguntado; não altere medicação por conta própria.

Na consulta online, reserve um lugar onde possa falar com privacidade e teste áudio e conexão. No presencial, confirme o endereço e organize o deslocamento. Não é preciso ensaiar respostas nem apresentar uma versão “melhor” de si.

Como avaliar os próximos passos?

Ao final, observe se você compreendeu a proposta e se houve espaço para suas perguntas. Você pode perguntar como serão definidos os objetivos, como o progresso será acompanhado e o que fazer se o atendimento não estiver ajudando. A primeira sessão não permite prever resultados nem determina um prazo universal para a terapia.

Começar pode significar apenas conseguir dizer: “Isto está difícil para mim”. Esse já é um ponto de partida para uma conversa mais cuidadosa.

Para conhecer a formação, a abordagem e as modalidades de atendimento, acesse o perfil de Flauzina da Silva Pereira no Saúde Perto.

Conteúdo educativo. Não substitui avaliação psicológica ou atendimento individual.

Fontes e referências

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