Publicação de Flauzina da Silva Pereira
Tempo ao ar livre melhora a saúde mental das crianças? A síntese recente compilada pela equipe de Lomax e destacada no Psychology Today indica que a resposta tende a ser positiva, mas com nuances importantes 🌳 O que o conjunto de estudos aponta - Há efeito líquido favorável no bem-estar infantil quando há contato com a natureza, mesmo que esse contato seja simples como ver árvores pelo caminho - Benefícios observados incluem melhora da cognição, redução do estresse, aumento da atividade física e mais interação social - Experiências pedagógicas que deslocam aulas para ambientes externos ao menos uma vez por semana mostram impacto positivo no desempenho escolar e satisfação de professores - Os resultados mais robustos aparecem em populações não clínicas, enquanto para crianças com diagnóstico psiquiátrico ainda faltam estudos mais rigorosos e imparciais Um olhar clínico e teórico A hipótese da biofilia e o papel do ambiente no desenvolvimento nos lembram que mente e contexto se co-constroem. Influências psicanalíticas como Freud Melanie Klein Bion Lacan ajudam a pensar a criança não só como sujeito de sintomas mas como agente em relação ao ambiente externo e interno. Em prática clínica isso significa que promover contato com a natureza pode ser uma estratégia complementar valiosa não para substituir intervenções terapêuticas mas para ampliar recursos de autorregulação e vínculos sociais O que proponho aqui Compartilhe uma experiência simples que funcionou para uma criança que você conhece ou trabalha com ela pode ser um passeio no parque uma atividade de jardim ou uma aula ao ar livre Como podemos integrar esses momentos ao cotidiano escolar e familiar de forma acessível e segura 🤔👧👦 #FlauzinaSilva #saúdemental #infância #terapia #natureza #psicologia #bemestar #parenting #educacao #saúdementalinfantil
www.psychologytoday.comDoes Time Outdoors Improve Children’s Mental Health?A recent synthesis of the research suggests that contact with nature is most likely good for children's well-being, but more research is needed to understand how and why.