Janeiro Branco: cuidar da mente também é cuidar da vida.Fevereiro Roxo: atenção às doenças crônicas que pedem cuidado contínuo.Fevereiro Laranja: informação e doação de medula podem salvar vidas.Março Lilás: prevenção ao câncer do colo do útero começa com cuidado regular.Março Azul-Marinho: cuidar do intestino também é prevenir.Abril Azul: acolhimento e informação fazem diferença no cuidado com o autismo.Maio Vermelho: atenção à saúde bucal, hepatites e prevenção.Maio Roxo: cuidado e informação para as doenças inflamatórias intestinais.Junho Vermelho: doar sangue também é cuidar da vida.Junho Laranja: atenção à anemia e à leucemia.Julho Amarelo: informação e prevenção contra as hepatites virais.Julho Verde: atenção ao câncer de cabeça e pescoço.Agosto Dourado: amamentar também é um gesto de cuidado e saúde.Setembro Amarelo: falar sobre saúde mental pode salvar vidas.Setembro Verde: converse sobre doação de órgãos, uma decisão pode salvar vidas.Outubro Rosa: prevenção e cuidado caminham juntos.Novembro Azul: saúde do homem começa com prevenção.Dezembro Vermelho: informação e prevenção contra HIV e ISTs.Dezembro Laranja: proteger a pele também é cuidar da saúde.
Saúde PertoSou especialista
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Flauzina da Silva Pereira

CRP 06/146314 SP

20 de setembro de 2026

Publicação de Flauzina da Silva Pereira

Terapia, medicação ou ambos? Como saber qual caminho seguir para a ansiedade e como conversar com o profissional sem medo. 🤔🩺 Psicoterapia e farmacoterapia têm funções complementares. A psicoterapia trabalha com significado, padrões emocionais, defesas e mudanças de comportamento; suas bases dialogam com as tradições psicanalíticas e relacionalistas que influenciam meu olhar clínico. A medicação atua nos sintomas biológicos, reduzindo ansiedade intensa, insônia ou crises agudas para que o trabalho terapêutico seja mais viável. Em muitos casos, combinar os dois traz melhor adesão e alívio mais rápido, mas a escolha depende de critérios clínicos e pessoais. Critérios que costumam orientar a decisão - Gravidade e intensidade dos sintomas. - Comprometimento funcional no trabalho, sono e relacionamentos. - Risco de automutilação ou pensamentos suicidas. - História prévia de resposta a medicações ou psicoterapia. - Presença de comorbidades médicas ou psiquiátricas. - Preferência do paciente e disponibilidade para acompanhamento. - Necessidade de tratamento rápido para estabilização. Como abordar o tema com o profissional Com o psiquiatra: descreva sintomas, início, frequência, intensidade, histórico familiar e medicamentos já usados. Pergunte sobre benefícios esperados, efeitos colaterais, tempo para melhora, interações e plano de redução. Com o psicólogo: fale sobre o que você quer mudar, padrões de relacionamento, reações emocionais e metas terapêuticas. Pergunte sobre abordagem clínica, frequência, duração estimada e como o trabalho pode articular-se com eventual medicação. #FlauzinaSilva #Terapia #Ansiedade #SaúdeMental #Psicologia #Psiquiatria #Farmacoterapia #Psicoterapia #BemEstar #AutoCuidado #Tratamento

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